After Action Report Medieval 2: Veneza – Parte 5

  1. Bem vindo à família, Luchino de Luca. (1190 – 1204) (http://imgur.com/a/ZYPTB)

O quadro da família Selvo na República veneziana era de total homogeneidade. Como a maioria dos filhos eram homens o nome Selvo continuou por quase um século intacto. A primeira mulher crescida, filha do Doge Bartolomeu, se casa com um general de outra família italiana, apesar de o Conselho dos Anciãos ter pedido que ela se casasse com outro Selvo, primo dela.

As cidades do norte da Itália estavam sendo governadas por Selvos, então Luchino não teria espaço no âmbito político local. Para não ser um peso morto na República, o Doge Bartolomeo envia Luchino para comandar tropas no front de batalha germânico, nos Alpes, na fronteira com Berne.

Sua primeira conquista significativa para a República se dá na batalha por Berne. O castelo estava fracamente segurado, mas a posse desse assentamento era de importância estratégica para enfraquecer o miserável Sacro Império Romano.

Em sua governança de Bern ele modernizou armaduras e fez construções de treinamento para sargentos e lanceiros blindados (Armoured Spearmen).

O Ducado de Milão ainda subsistia com pouca força. A França parecia não ter interesse em derrotá-los, pois se assim o fizesse teria que lidar com germânicos. Milão era a única facção que fazia essa cortina entre França e HRE.

A pedido de Luchino de Luca, Doge Bartolomeu envia milícias italianas para Berne e assim ele parte para a cidade sob domínio milanês, Dijon. Lá acontece a maior batalha entre Milão e Veneza já vista durante todos esses anos. O quadro parece realmente uma verdadeira guerra civil entre dois povos de culturas parecidas e uma mesma etnia. A vitória é da República.

Com Dijon ocupada, Milão só existe porque o Duke Catelano está enclausurado no castelo de Metz com algumas de suas milícias. Na verdade ele já estava lá. O grosso do seu exército estava nos territórios franceses, mas ao ver que Dijon iria cair, as tropas vieram ao resgate da cidade, inutilmente.

Rapidamente, no mesmo ano, milícias italianas vão na frente de Luchino para levantar cerco, pois este não podia sair da cidade naquele momento. 1 turno depois, chegando lá, o capitão passa o comando das tropas para Luchino que inflige ataque e vence a batalha e a guerra contra Milão. Importante lembrar que ele é como um estrangeiro na família, mas com certeza já ganhou a afeição de seu sogro, Doge Bartolomeu, que morreu poucos anos depois de ver a destruição de Milão.

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