After Action Report Medieval 2: Veneza – Parte 2

[Medieval 2. Veneza. H/VH] – Parte 2

– Front Bizantino –

Depois das duras intervenções venezianas nas terras bizantinas, estes enviaram dois diplomatas para encher o saco na cidade de Zagreb. Todos os turnos eles tentam algum tipo de suborno a cidade para que elas passem a ser domínio deles. Nunca funciona. (Sim, os diplomatas quando agem daquela forma como quem não quer nada, na verdade estão tentando isso)

Doge Domenico junta mais uma quantidade de milícias italianas para seguir caminho à Constantinopla, porém como a cidade de Thessalonica é recém conquistada falta contingente humano pra engrossar as fileiras e Corinto está um pouco distante, não valeria a pena esperar. Ele segue com o que tem, mas deixando algumas tropas lá para garantir a segurança do lugar. Na via ele contrata mercenários eslavos, um povo que tenta escapar da pobreza das vilas européias e que lutam por qualquer um que pagar um bom preço.

Ao chegar às proximidades de Constantinopla, que está fracamente defendida devida a grande perda de homens nas batalhas de Durazzo e Thessalonica, Doge ainda precisa enfrentar o Príncipe John e o capitão Slavos, que são facilmente repelidos. ( Após isso uma batalha de pouca importância ainda precisa ser enfrentada para de fato entrar na cidade, que está segurada pelo capitão Myristikos. Vencida a batalha, os venezianos saqueiam a cidade de Constantinopla, corroborando seu incrível poder de força aos que antes detinham a glória de Império Romano do Oriente.

Doge Domenico enfrenta algumas doenças na governança da cidade, mas consegue sair vivo dessa epidemia. Porém no ano de 1144 o querido Doge morre, pacificamente, na cidade de Constantinopla. (http://imgur.com/a/ItNqv)

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After Action Report Medieval 2: Veneza – Parte 1

[Medieval 2. Veneza. H/VH] – Parte 1

• Prólogo

A cidade dos canais é um lembrete de que começar a partir de uma grande posição defensiva se tem uma base ideal para construir um império. Com a cidade em si empoleirada na ilha de Ri’Alto e da Lagoa de Veneza servindo como um fosso enorme para a cidade, Veneza é uma fortaleza natural. Embora os venezianos não possuam um exército terrestre digno, eles são os principais marítimos da época. Isto dá-lhes a capacidade de defender confiantemente sua capital de um ataque direto, bem como estabelecer rotas de comércio mais rapidamente do que a maioria das outras grandes potências.

Um século antes os venezianos foram atormentados por piratas Dalmatianos que atacavam os comerciantes que percorriam sobre seu comércio lucrativo em todo o mar Adriático. Por meio da diplomacia inteligente, Pietro Orseolo, “Doge” da República de Veneza foi capaz de isolar os eslavos piratas saqueadores em grupos pequenos, gerenciáveis que ele então forçou a se renderem. Este abriu a porta para Veneza evoluir a partir de uma isolada cidade de negociação em uma potência européia por conta própria.

Com a sua capacidade de dominar o comércio e atravessar o Mediterrâneo, enquanto os venezianos protegem diligentemente sua cidade-ilha, eles permanecerão como uma força a ser sempre reconhecida.

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Como o Estado português atrapalhava as atividades econômicas dos brasileiros (e portugueses) no Sul

Observando de uma ótica a partir de 1777, quando em Santa Catarina e Rio Grande do Sul havia lotes de terras repartidos para os açorianos trazidos para ajudar na colonização destas terras longínquas, o Estado português nos primórdios da tentativa de alavancar a economia Meridional, fez com bons intentos, mas a sua própria forma de governar reprimia, e desvalorizavam as agruras passadas por brasileiros e portugueses.

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