After Action Report Medieval 2: Veneza – Parte 4

Medieval 2. Veneza. Parte 4. H/VH

1) Conquista de Ajácio

Depois da expulsão dos germânicos do solo italiano, todo o norte da Itália ficou consolidado sob a República de Veneza. Agora fazemos fronteira com França, Milão (cidade de Dijon) e Sacro Império Romano.

Os germânicos não aceitaram, obviamente, a ideia de perder sua capital para um bando de italianos, dos quais eles certamente desprezam. Os germânicos estão reputados como muito desonestos, devido ter traído a aliança com Veneza e depois ter bloqueado um porto anos depois de ter pedido um tratado de comércio.

Como eles não têm nenhum inimigo além de Veneza, os seus soldados, ainda que escassamente, são enviados para o solo italiano para que intente algum ataque em alguma das cidades para retomar aquele velho domínio das quais eles passaram muitos anos sobre. O povo italiano não aceita mais viver sob o jugo de bárbaros germânicos.

Como as cidades recrutam apenas milicianos para a sua defesa, se faz bastante necessário ter um castelo próximo para defender, com tropas profissionais, o solo veneziano. Os governadores temem que algum dia os germânicos apareçam com tropas poderosas e acabem tomando alguma das cidades, que são medianamente defendidas. Como as cidades são bastante próximas, um pouco de uma e da outra conseguem formar um grande exército, então a defesa ali é bastante aprimorada e o ataque bastante difícil, exceto quando o inimigo chega com um grande exército de uma vez.

Portanto se fez necessária a conquista de Ajácio, ainda que seja apenas um reduto ínfimo de rebeldes italianos que precisa ser modernizado.

2) A Cruzada foi um sucesso.

Como já é conhecido Antonio Selvo havia aderido a cruzada para poder juntar exércitos poderosos e acabar com o domínio bizantino no norte da Itália. Depois da doação de Nicósia, o Papa ficara muito agradecido e a moral para que escolhêssemos um local para a sagrada luta foi concedida. Depois de acabar com os bizantinos em Nicaea, Antonio Selvo dirigira-se a cidade de Antióquia pelo território dos turcos, que nada fizeram para nos impedir, pela glória de Cristo.

Ao chegar à região de Antióquia inúmeras unidades cruzadas foram contratadas e depois disso se deu a batalha. Pode por assim dizer que foi bastante fácil, pois Deus estava do nosso lado. A cidade, como havia bastante infiéis, tivera que ser exterminada, pois seria altamente vergonhoso se depois da conquista a cidade se rebelasse e os guerreiros cruzados perecessem.

Antonio Selvo agora é conhecido como Antonio, O Cruzado. Seus atributos cresceram de forma surpreendente, mas não é novidade para o homem que coleciona conquistas no Levante.
Após a conquista de Antióquia, Antônio conquistou o castelo de Adana e Aleppo. Com isso o Oriente Médio poderá futuramente estar nas mãos dos venezianos, se o dinheiro ganho com os lucros das cidades for bem investido nesses castelos.

3) O Papa é de Veneza!

Depois de a gloriosa cruzada ter sido um sucesso, o novo papa agora é veneziano. Era o que faltava para a República se consolidar na comunidade católica. Ninguém poderá parar seus intentos expansionistas. Seus inimigos agora perecerão por atacar aquele do qual Deus tem dado suporte total. As possíveis consequências de Veneza dominar o papado é a destruição do Ducado de Milão e várias intervenções militares nos territórios germânicos.

4) A destruição completa do Império
Bizantino

Após o Império Bizantino ter sido escorraçado do norte da atual Turquia, lhe restavam apenas dois castelos. Castelos esses que não davam renda alguma, exceto aquela para sobreviver.

Vários contingentes italianos de Constantinopla se juntaram e zarparam em direção ao castelo de Trebizond, onde se encontrava o príncipe Andronicus, de bons atributos de guerra. Porém esses atributos não foram suficientes para parar o grande número de soldados italianos. Andronicus perece na batalha e Veneza conquista mais uma região.

Mais ao sul, o pequeno castelo de Tbilisi aloca o Imperador Rossos. Depois de ver o seu império sucumbir de forma dolorosa, ele reside ao extremo sul do mapa. Os soldados italianos que invadiram Trebizond agora se dirigem rapidamente a Tbilisi, onde encontram várias cavalarias. Em cercos, cavalarias são inúteis contra lanceiros, portanto a vitória é fácil e o fim do Império Bizantino não poderia ser menos humilhante.

Todas essas ações foram coordenadas pelos capitães Raffiano e Guilelmo. Estes estavam a serviço do governador de Constantinipla, Lenuzo Selvo, filho de Cristiano, o Honrável/Cruzado.

5) A primeira intervenção veneziana nos terrenos gelados do Sacro Império Romano e a traição húngara

Depois de sucessivos ganhos na Itália tanto na ofensiva quanto na defensiva, o Doge tomou a decisão de mandar o seu filho, governador de Zagreb, para adentrar as terras de Viena. Juntando exércitos provindos de Ragusa, Gerardo, o Louco encontrou no caminho aliados do exército húngaro, que também adentrara Viena e que se envolveram em alguns conflitos com tropas germânicas nas florestas negras.

Gerardo levanta cerco em Vienna até os engenheiros do cerco prepararem as escadas e o aríete. Próximo à cidade há um exército com mais ou menos 700 soldados húngaros, que auxiliam na invasão. Portanto, Gerardo conquista a cidade de Viena, infligindo mais uma perda aos germânicos.

Como os exércitos dos castelos não podem ser retreinados nas cidades por falta de estrutura, Gerardo solicita a staff de Ragusa que mande mais homens para Viena, para poder adentrar mais ainda os territórios germânicos.

A staff acata o pedido e manda Sargentos Lanceiros e Besteiros. No meio do caminho o general húngaro Cziriak impede a passagem dos sargentos, atacando os mesmos e infligindo baixas aos homens de Veneza.

Os homens retornam ao contingente maior que vem logo atrás e se preparam para um novo front de guerra. Os húngaros terão o que merecem, pois são traidores e a República jamais perdoa traidores, exceto quando estes podem pagar pelo perdão.

6) Os mercadores de Veneza dominam parte
do Oriente Médio

A cidade de Iraklion tem sido o point daqueles
que se encontram para tentar a vida no Oriente Médio lucrando com especiarias. O mercador Vitaliano Zen, por exemplo, tira um lucro de 454 florins por turno. Tantos outros como eles vivem o sonho de lucrar naquele lugar longínquo e deserto.

* Outros pormenores, vejam nas imagens do Imgur*

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